Post gigante sem nada que realmente interesse

  >]Ouça enquanto lê[<

Hoje eu to leve. Não, eu não emagreci uns 20kg haha, to é tranquila.
Existem algumas receitas pra felicidade. Mas todas elas levam a um único lugar: Estar bem consigo mesma.
Desde o meu último post aqui aconteceu tanta coisa que se eu fosse escrever aqui vocês iam passar a vida lendo, mas vou fazer um breve resumo.

Depois de muito choro, lamento, e uma verdadeira guerra comigo mesma, consegui esquecer o Fabiano... Foi duro, mas eu consegui, com uma pequena ajuda, diga-se de passagem. Uma ajuda de alguém que não "podo" revelar (#aloka haha.. Só a Rebeca, a Paula e a Leilla sabem quem é ;D). Alguém que mais tarde TAMBÉM me fez chorar, e muito, mas que eu também esqueci (e bem rapidinho rs). Depois de achar que eu já tava vacinada, acabei descobrindo uma coisa em mim, uma coisa que eu não poderia sentir... Consegui fazer amigos no colégio (algo que eu tinha medo de que não fosse possível), já que as minhas velhas amigas me esqueceram, tal como eu havia previsto. Tive momentos maravilhosos, com pessoas maravilhosas que vieram a fazer parte do meu círculo social. Pessoas que me fazem sentir saudade agora nas férias. As idas à Oficina do Pão depois da escola, ou até mesmo as discussões em sala de aula, que ficarão guardadas pra sempre. A eleição pro grêmio, que mesmo a gente tendo perdido, a união foi algo que não tem preço. Revelações nesse meio tempo, que não deveriam ter sido feitas. E palavras que precisavam ser ouvidas. Tudo voltando "ao fundo do fim... De volta ao começo".
E novamente voltando ao normal. De repente você percebe que o que você sentia era verdadeiro, mas passou, foi superado outra vez, e se você não tiver essa pessoa, não vai se atirar num buraco por causa disso! Outras pessoas no caminho, e aí sim, você descobre que finalmente você aprendeu, que tudo pode ser triste ou feliz, bom ou mal o quanto for, mas sempre passa. Aprende que não se deve ter medo do passado,
 pois ele é seguro, ou você não estaria onde está. E ele não vai ser vivido outra vez! Aprende a aproveitar o momento, já que não se pode por ele num vidrinho e deixar de enfeite na estante. "Aprende que beijos não são contratos, e beijos não são promessas"(Shakespeare). E aprende que as pessoas são como elas são, e se você não as aceita assim, elas também não vão te aceitar.

Parando um pouco com esse discurso "by livro de auto-ajuda pra emos", um pouco do presente:
Já percebi que 1% das pessoas com quem convivo eu posso mesmo contar. Mas pra mim, esse 1% é na verdade 100%... 
Perdi o Fabiano (meu peixe) e o Lupin, que morreu sexta passada. mas arrumei mais uma gatinha, a Sofhia, que hoje é responsável por 60% das minhas alegrias.
Também mudaram-se os "amigos de twitter". A #QuadrilhadoBem é responsável por congestionar minha timeline todo domingo rs... Agradecimentos especiais à Rebeca, Leilla, Paula e Thiago, novos moradores desse coraçãozinho maluco rs. Obrigada por vocês existirem!

Talvez eu volte a postar. Talvez não. Mas o que importa é que as palavras continuem tendo sentido.

Presentes da Liz

Olá pessoinhas que eu amo!
Então, hoje recebi uma caixa com presentinhos, direto de Curitiba, da minha linda florzinha Liz Perotti (uma das minhas amoras que me ajudou a montar meu blog de maquiagem => eoutrascoisinhasmais.blogspot.com).
Ela me mandou umas coisinhas muito fofas, que eu ainda não tinha visto, e alguns esmaltes MARAVILHOSOS *-*

  
 
Ameeeei tudo, principalmente as lixinhas de bolsa e os esmaltes da coleção Penélope Charmosa, que até agora eu não vi aqui em Ponta Grossa. Obrigada pelos presentinhos amore *--*

Ps:. Adorei o Jessica FLORZINHA Leite rsrs #amutu

Scrapbooking

Scrapbook é a arte de fazer álbuns personalizados

Conheça a arte de guardar fotos com muita criatividade e capricho

Clara Quintela

http://www.murphysmarketplace.com/images/scrapbooking.jpgTodo mundo quer guardar para a posteridade as lembranças de momentos importantes. Nascimento, aniversários, festas, viagem de férias... E o meio mais popular para preservar essas memórias ainda é a fotografia. Quanto mais importante for o acontecimento, maior o desejo de tornar essa lembrança ainda mais especial.

É por isso que o scrapbook tem se tornado cada dia mais e mais popular. A técnica - que mistura artesanato e hobby -é antiga. Começou nos Estados Unidos, Canadá e Austrália no século XIX, quando a fotografia era um produto caro. Hoje, essa técnica está se tornando uma mania entre os brasileiros.

Apesar do nome em inglês aparentemente complicado, scrapbook (scrap=recorte, book= livro: livro de recortes) nada mais é que a arte de montar álbuns personalizados de fotos. Em outras palavras, decoração. Você também pode escrever o que quiser para recordar os seus momentos. Aí vale tudo: escrever com colagem, com canetas coloridas.

Os materiais básicos para se fazer um scrapbook são um álbum, folhas de papel coloridas, adesivos, molduras, fita dupla-face ou uma cola branca sem ácido, para que a foto seja preservada por mais tempo. Quem quiser preparar um álbum mais elaborado pode usar fitas de cetim, ilhoses e o que a imaginação mandar.

O trabalho consiste em construir páginas combinando fotos com esse material, geralmente seguindo um tema. Também é possível criar cartões decorados, quadrinhos, objetos de decoração, livros de receita, mini-álbuns e convites usando as mesmas técnicas.

Para quem está começando, é bom ter à mão:
- Uma tesoura bem afiada;
- Papéis diversos, de preferência sem ácido (acid-free), que amarelam menos com o tempo;
- Estilete;
- Uma base para corte;
- Régua de metal;
- Fita dupla face (sem ácido);
- Fita banana (sem ácido);
- Cola (sem ácido);
- Fitas para decoração

Ideologia na cartilha




Agora obrigatórias no ensino médio brasileiro,
as aulas de sociologia e filosofia abusam de conceitos
rasos e tom panfletário. Matemática que é bom...


Marcelo Bortoloti
Fotos
À caça de bons mestres
O colégio paulistano São Domingos e o estadual Pedro Álvares Cabral (no detalhe), no Rio: um desafio em comum
Os 8 milhões de estudantes brasileiros matriculados no ensino médio passaram a receber neste ano aulas de sociologia e filosofia - disciplinas que, por lei, se tornaram obrigatórias em escolas públicas e particulares. Com base nas diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Educação, cada estado fez o seu currículo, no qual a maioria dos colégios privados também se espelha em algum grau. A leitura atenta desse material traz à luz um festival de conceitos simplificados e de velhos chavões de esquerda que, os especialistas concordam, estão longe de se prestar ao essencial numa sala de aula: expandir o horizonte dos alunos. Não faltam exemplos de obscurantismo. Para se ter uma ideia, no Acre uma das metas do currículo de sociologia é ensinar os estudantes a produzir regimentos internos para sindicatos de trabalhadores - verdadeiro absurdo. Um dos explícitos objetivos das aulas em Goiás, por sua vez, é incrustar no aluno a ideia de que "a constante diminuição de cargos em empresas do mundo capitalista é um fator estrutural do sistema econômico" (visão pedestre que desconsidera o fato de que esse mesmo regime resultou em mais e melhores empregos no curso da história). Sem dar às questões a complexidade que elas merecem, as aulas abrangem de tudo: no Espírito Santo, por exemplo, a filosofia abarca da culinária capixaba aos ritmos indígenas. Conclui o sociólogo Simon Schwartzman: "Tratadas com superficialidade e viés ideológico, essas disciplinas só tendem a estreitar, no lugar de ampliar, a visão de mundo".
O viés presente nas aulas de sociologia e filosofia tem suas raízes fincadas nas faculdades de ciências sociais - de onde saíram, ou a que ainda pertencem, os professores responsáveis pela confecção dos atuais currículos. Desde a década de 70, quando se firmaram como trincheiras de combate à ditadura militar nas universidades, tais cursos se ancoram no ideário marxista, à revelia da própria implosão do comunismo no mundo - e estão cada vez mais distantes do rigor e da complexidade do pensamento do alemão Karl Marx (1818-1883). Diz a doutora em ciências sociais Eunice Durham, da Universidade de São Paulo: "Boa parte dessas faculdades propaga apenas panfletos pseudomarxistas repletos de clichês e generalizações, sem se dar sequer ao trabalho de consultar o original". Isso se reflete agora, e de forma acentuada, nos currículos escolares de sociologia e filosofia, criticados até mesmo por quem participou da feitura deles. À frente da equipe que compôs os do Rio de Janeiro, a educadora Teresa Pontual, subsecretária estadual de Educação, chega a reconhecer: "Se criássemos diretrizes distantes demais da realidade dos professores, eles simplesmente não as aplicariam na sala de aula - fomos apenas realistas".
Sob a influência francesa, a sociologia e a filosofia começaram a ganhar espaço no ensino médio brasileiro no fim do século XIX, até se tornarem obrigatórias, ainda que com pequenas interrupções, entre 1925 e 1971. Seu retorno definitivo ao currículo, sacramentado por uma lei aprovada no Congresso dois anos atrás para entrar em vigor justamente agora, era um pleito antigo dos sindicatos dos profissionais dessas áreas. Em 2001, projeto de lei com o mesmo propósito havia passado pelo Congresso, só que acabou vetado pelo então presidente (e sociólogo) Fernando Henrique Cardoso. À época, um parecer do MEC afirmava que os gastos para os estados seriam altos demais e que não havia no país professores em número suficiente para atender à nova demanda. Desta vez, o próprio ministro Fernando Haddad, filósofo de formação, empenhou-se para aprovar o texto. Daqui para a frente, de acordo com um levantamento do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo, serão recrutados mais 20 000 professores no país inteiro. Trata-se de algo temerário, segundo alerta o sociólogo Bolívar Lamounier: "Não há tanta gente qualificada para desempenhar tal função no Brasil". A experiência recente das próprias escolas já sinaliza isso. "Está sendo duríssimo achar professores dessas áreas que sejam desprovidos da visão ideológica", conta Sílvio Barini, diretor do São Domingos, colégio particular de São Paulo.
Ao obrigar as escolas a ensinar sociologia e filosofia a todos os alunos, o Brasil se junta à maioria dos países da América Latina - e se distancia dos mais avançados em sala de aula, que oferecem essas disciplinas apenas como eletivas. Deixá-las de fora da grade fixa é uma decisão que se baseia no que a experiência já provou. Resume o economista Claudio de Moura Castro, articulista de VEJA e especialista em educação: "Os países mais desenvolvidos já entenderam há muito tempo que é absolutamente irreal esperar que todos os estudantes de ensino médio alcancem a complexidade mínima dos temas da sociologia ou da filosofia - ainda mais num país em que os alunos acumulam tantas deficiências básicas, como o Brasil". Em outros países da América Latina, esse tipo de iniciativa também costuma resvalar em aulas contaminadas pela ideologia de esquerda, preponderante nas escolas. Não será desse jeito que o Brasil dará o necessário passo rumo à excelência.

Fonte: Revista VEJA.



Um novo projeto...

Então pessoinhas...
Há algum tempo atrás,durante umas conversas com a Dre, ela me deu a idéia de gravar video aulas de maquiagem, já que parecia que eu tinha talento pra coisa. Devo confessar que a minha primeira experiência no assunto não foi exatamente um sucesso, uma vez que eu não parava de gaguejar e afins. Então, desisti da idéia ideia (malditas novas regras de acentuação).
Aproximadamente 8 meses depois, a Liz me deu a ideia: faz um blog de beleza pra meninas da sua idade!
Juntando as duas ideias, a de um blog de beleza e das video aulas de maquiagem... O conjunto aparenta ser beeeem interessante, e resolvi levar à diante.
A partir de semana que vem vou começar a postar coisas voltadas á esses temas, em um novo blog, mas sem abandonar jamais esse aqui. Vou postar menos, mas regularmente. Não vou deixar meu primeiro blog, com tanta coisa guardada, tantas lembranças e tantos segredos nas entrelinhas. Tantos comentários que me trazem os detalhes dos melhores dias da minha vida, ou não... Mas que acima de tudo foi o primeiro a me acolher.
Obrigada a todos vocês que lêem as besteiras que eu escrevo aqui todos os dias!

A Fonte da Sorte

No alto de um morro, em um jardim encantado envolto por muros altos e protegido por poderosa magia, jorrava a Fonte da Sorte.
Uma vez por ano, entre o nascer e o pôr-do-sol do dia mais longo do ano, um único infeliz re­cebia a oportunidade de competir para chegar à fonte, banhar-se em suas águas e ter sorte a vida inteira.
No dia aprazado, centenas de pessoas viajavam de todo o reino para chegar ao jardim antes do alvorecer. Homens e mulheres, ricos e pobres, jo­vens e velhos, dotados ou não de poderes mágicos reuniam-se no escuro, cada qual na esperança de ser o escolhido para entrar no jardim.
Três bruxas, com seus problemas e preocupações, encontraram-se nas cercanias da multidão, e contaram umas às outras suas tristezas enquanto espe­ravam o sol nascer.
A primeira, cujo nome era Asha, sofria de uma doença que nenhum médico conseguia resolver. Ela esperava que a fonte fizesse desaparecer os seus sintomas e lhe concedesse uma vida longa e feliz.
A segunda, cujo nome era Altheda, tivera sua casa, seu ouro e sua varinha roubados por um bruxo malvado. Ela esperava que a fonte a aliviasse de sua fraqueza e pobreza.
A terceira, cujo nome era Amata, fora abandonada por um homem a quem amava profundamente, e acreditava que seu coração partido jamais se recuperaria. Esperava que a fonte aliviasse sua dor e saudade.
Apiedando-se umas das outras, as três mulheres concordaram que, se lhes coubesse a chance, elas se uniriam e tentariam chegar à fonte juntas.
Quando o primeiro raio de sol rasgou o céu, e uma fresta se abriu no muro. A multidão avançou, cada pessoa exigindo, aos gritos, a bênção da fonte. Plantas rastejantes do interior do jardim serpearam pela massa ansiosa e se enrolaram na primeira bruxa, Asha. Ela agarrou o pulso da segunda bruxa, Altheda, que segurou com força as vestes da terceira bruxa, Amata.
E Amata se enredou na armadura de um cava­leiro de triste figura que montava um cavalo esquelético.
As plantas rastejantes puxaram as três bruxas pela fresta do muro, e o cavaleiro foi derrubado do seu ginete atrás delas.
Os gritos furiosos da multidão desapontada se ergueram no ar matinal, e silenciaram quando os muros do jardim se fecharam mais uma vez.
Asha e Altheda se zangaram com Amata, que, acidentalmente, trouxera junto o cavaleiro.
- Apenas um pode se banhar na fonte! Já será bem difícil decidir qual de nós será, sem adicionar mais um!
Ora, o Cavaleiro Azarado, como era conhecido nas terras além-muros, observou que as mulheres eram bruxas e, não sendo ele dotado de magia, nem de grande perícia em torneios e duelos com espadas, nem de nada que o distinguisse como homem não mágico, ficou convencido de que não havia esperan­ça de chegar à fonte antes das três mulheres. Anun­ciou, portanto, sua intenção de sair do jardim.
Ao ouvir isso, Amata se aborreceu também.
- Medroso! – ela o censurou. – Desembainhe sua espada, Cavaleiro, e nos ajude a atingir a nossa meta.
E, assim, as três bruxas e o infeliz cavaleiro se aventuraram pelo jardim encantado, onde ervas raras, frutos e flores cresciam em abundância à margem de caminhos ensolarados. Eles não encontraram obstáculo algum até alcançar o sopé do morro em que se erguia a fonte.
Ali, enrolado na base do morro, havia um monstruoso verme branco, inchado e cego. À aproximação do grupo, ele virou uma cara feia e malcheirosa e proferiu as seguintes palavras:
“Paguem-me a prova de suas dores.”
O Cavaleiro Azarado sacou a espada e tentou ma­tar o bicho, mas a espada se partiu. Então Altheda atirou pedras no verme, enquanto Asha e Amata experimentaram todos os feitiços que poderiam subjugá-lo ou hipnotizá-lo, mas o poder de suas varinhas não foi mais eficaz do que a pedra da amiga ou a espada do cavaleiro: o verme não quis deixá-los passar.
O sol foi subindo sempre mais alto no céu e Asha, desesperada, começou a chorar.
Então o enorme verme encostou o focinho no rosto dela e bebeu suas lágrimas. Saciada a sede, o verme deslizou para um lado e sumiu por um buraco no chão.
Exultantes com o sumiço do verme, as três bru­xas e o cavaleiro começaram a subir o morro, cer­tos de que chegariam à fonte antes do meio-dia.
A meio caminho da subida íngreme, porém, eles encontraram palavras gravadas no chão.
Paguem-me os frutos do seu árduo trabalho.
O Cavaleiro Azarado apanhou sua única moeda e colocou-a na encosta relvada, mas ela rolou para longe e se perdeu. As três bruxas e o cavaleiro continuaram a subir, e, embora tivessem andado durante horas, não avançaram um único passo; o topo continuava distante e a inscrição permanecia no chão diante deles.
Todos se sentiram desanimados quando viram o sol passar sobre suas cabeças e começar a decli­nar em direção ao longínquo horizonte, mas Altheda andou mais rápido e, empenhando mais esforço do que os demais, estimulava-os a seguir seu exemplo, embora tampouco avançasse na subida do morro encantado.
- Coragem, amigos, não fraquejem! – gritava ela, enxugando o suor do rosto.
A medida que as gotas caíam, cintilantes, na terra, a inscrição que bloqueava o caminho desapa­recia, e eles descobriram que podiam prosseguir.
Encantados com a remoção do segundo obstá­culo, correram para o alto o mais rápido que pude­ram, até que, por fim, avistaram a fonte, refulgindo cristalina em meio a árvores e flores.
Antes de alcançá-la, no entanto, encontraram barrando o seu caminho um riacho que circundava o topo do morro. No fundo da água trans­parente havia uma pedra lisa com as seguintes palavras:
Paguem-me o tesouro do seu passado.
O Cavaleiro Azarado tentou atravessar o curso d’água flutuando sobre seu escudo, mas afundou. As três bruxas o tiraram de dentro do riacho e tentaram saltar por cima da água, mas o riacho não as deixou atravessar, e todo o tempo o sol ia baixando pelo céu.
Eles começaram, então, a refletir sobre o sig­nificado da mensagem na pedra, e Amata foi a primeira a compreendê-la. Apanhando a varinha, apagou da mente todas as lembranças dos mo­mentos felizes que passara com o seu amor desa­parecido e deixou-as cair na correnteza. O riacho as levou para longe, deixando aparecer pedras planas e, finalmente, as três bruxas e o cavaleiro puderam atravessar em direção ao topo do morro.
A fonte refulgiu diante dos quatro, emoldura­da pelas ervas e flores mais raras e mais belas que jamais tinham visto. O céu coloriu-se de verme­lho, e chegou a hora de decidir qual deles iria se banhar.
Antes, porém, que chegassem a uma conclusão, a franzina Asha tombou no chão. Exausta com o esforço da subida, estava à beira da morte.
Seus três amigos a teriam carregado até a fonte, mas Asha, em agonia mortal, lhes pediu que não a tocassem.
Então Altheda se apressou a colher as ervas que julgou mais úteis, misturou-as na cabaça de água do Cavaleiro Azarado e levou a poção à boca de Asha.
Na mesma hora, Asha conseguiu se pôr de pé. Além disso, todos os sintomas de sua terrível en­fermidade tinham desaparecido.
- Estou curada! – exclamou ela. – Não preciso da fonte; deixem Altheda se banhar!
Altheda, porém, estava ocupada colhendo mais ervas em seu avental.
- Se fui capaz de curar essa doença, posso ga­nhar muito ouro! Deixem Amata se banhar!
O Cavaleiro Azarado se inclinou e, com um gesto, indicou a fonte a Amata, mas ela sacudiu a cabeça. O riacho tinha lavado todos os seus desa­pontamentos de amor, e ela percebia agora que o antigo amado fora insensível e infiel, e que era uma grande felicidade ter se livrado dele.
- Bom cavaleiro, o senhor deve se banhar, em recompensa por toda a sua nobreza! – disse ela ao Cavaleiro Azarado.
Então ele avançou a armadura tinindo aos úl­timos raios do sol poente e se banhou na Fonte da Sorte, admirado por ter sido o escolhido entre centenas de outros e atordoado com a sua inacreditável fortuna.
Quando o sol se pôs no horizonte, o Cavaleiro Azarado se ergueu das águas sentindo-se glorioso com o seu triunfo, e se atirou, ainda vestindo a armadura enferrujada, aos pés de Amata, a mulher mais bondosa e bela que já contemplara. Alvoro­çado com o sucesso, pediu sua mão e seu coração, e Amata, não menos feliz, percebeu que encon­trara um homem que merecia os dois.
As três bruxas e o cavaleiro desceram o morro juntos, de braços dados, e os quatro levaram vidas longas e venturosas, sem jamais saber nem suspei­tar que as águas da fonte não possuíam encanto algum.

Um ano de Sunsarah

O tempo passou rápido!
Parece que foi ontem que a Poli me mostrou o vídeo do making of de uma banda chamada Sunsarah...
Uma semana depois e lá estava eu, doidinha, viciada em uma música chamada Na Madrugada (sobre a qual postei antes aqui no blog ~>). Assim como outros amores na minha vida, demorei a perceber a paixão pela banda. Só depois de viciada, apaixonada e que não tinha mais jeito, fui me tocar do quanto o Sunsarah é importante na minha vida.
O espaço que o Sun ocupa hoje no eu coração é muito maior do que se pode imaginar. Eu não ouço Sunsarah, eu VIVO Sunsarah. Se me deixarem eu passo 48h por dia falando disso. Tenho evitado me empolgar muito, porque a gente aprende com erros do passado, e quem não se mede faz besteira.
Novos objetivos, novas atitudes, novos amigos, nova alma. O Sunsarah estava comigo em todos esses momentos, como trilha sonora e compania.
Todos os esforços por eles valem a pena, e são reconhecidos (como a gente não vê em muitas bandas por aí). Tudo faz a diferença pra nós...

Aos meninos do Sunsarah:
Obrigada por fazerem parte da minha vida, e serem essas pessoas maravilhosas que vocês são, divertindo e alegrando a todos nós!
Obrigada por existirem!