Faz tempo que não posto nada concreto aquii neh...
Pois eh, vida parada, quase sem novidades, o mesmo marasmo de sempre. Tenho usado meu tempo fazendo blogs, que mais tarde DEPENDENDO eu posto sobre aqui. To tentando arrumar com o que ocupar esse tempo que eu tenho perdido na net vagando sem rumo sem nada pra fazer com alguma coisa útil, mas por enquanto não posso falar nada.
Se eu não posso falar nada, porque comentar? Porque eu não tenho nada pra dizer aqui. Nada nada, nada nada de útil, e isso me irrita, deixar o blog às moscas. Não liguem pra seleção de poeminhas que virão nos próximos dias até eu ter o que dizer.
Pequeno desabafo...
ODEIO PESSOAS QUE FICAM COBRANDO ATITUDES DE VOCÊ!
Você não promete nada e elas vêm exigindo satisfações. Pois pra essas pessoas eu já liguei meu botãozinho do Foda-se, pois a única pessoa a quem eu devo satisfações é a minha mãe, que está longe de mim agora. E não é porque ela tá longe que eu não tenho mãe, e que as pessoas podem agir como bem entenderem comigo. Pois faço mais questão de ignorá-las do que antes, não vou fazer agora porque tão exigindo. Tá, parei...
Só pra não fugir um pouquinho do último costume:
Se o poeta falar num gato
Se o poeta falar num gato, numa flor
Num vento que anda por descampados e desvios
E nunca chegou à cidade
Se falar numa esquina mal e mal iluminada
Numa antiga sacada, num jogo de dominó
Se falar naqueles obedientes soldadinhos de chumbo
Que morreriam de verdade...
Se falar numa mão decepada no meio...
De uma escada de caracol...
Se não falar em nada
E disser simplesmente tralalá... Que importa?
Todos os poemas são de amor!
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